Os melhores jogos do GameCube

Quarto console de mesa da Big N foi lançado em 2001

Por Equipe The Enemy 20.09.2019 13H31

Assim como seu antecessor, o Nintendo GameCube chegou primeiramente ao mercado japonês, mais especificamente em 14 de setembro de 2001. Para os americanos o console chegou pouquíssimo tempo depois: em 18 de novembro do mesmo ano.

Conhecido como Project Dolphin (seu codinome quando ainda estava em desenvolvimento), o videogame chegou para rivalizar diretamente com o PlayStation 2 da Sony. Foi o primeiro e único console da Nintendo a ter jogos em mini-DVDs, além de trazer conexão direta com o GameBoy Advance através de um adaptador.

O Nintendo GameCube não fez tanto sucesso quanto o Nintendo 64 ou ainda seu sucessor, o Wii, mas deixou algumas pérolas registradas na história da empresa. Abaixo, você confere os melhores títulos do console, que foi encerrado oficialmente no início de 2007. Confira a seleção:

The Legend of Zelda: The Wind Waker

Além de ter sido o primeiro grande título da franquia a desembarcar no GameCube, The Wind Waker ousou na medida certa ao apresentar uma nova forma de explorar o mundo de The Legend of Zelda com as navegações a barco, além de apresentar ao mundo o carismático Toon Link.

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The Legend of Zelda: Twilight Princess

O título de despedida da franquia no GameCube, em Twilight Princess a Nintendo entregou mecânicas interessantíssimas e uma nova forma para Link que, acima de tudo, casavam perfeitamente com a narrativa. A história, por sinal, ganhou um tom sério e pesado, com reviravoltas aqui e acolá. Vale ainda destacar a emocionante trilha sonora e a ácida e implacável ajudante, Midna.

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Super Smash Bros. Melee

Se no primeiro jogo da série para Nintendo 64 não emplacou como deveria, a Nintendo fez a lição de casa direitinho e entregou uma continuação acima de qualquer expectativa. Super Smash Bros. Melee tem uma jogabilidade ainda mais acessível, novos modos de jogos que expandem a mitologia e a diversão e, claro, o triplo de bonecos e cenários, além de homenagens às franquias da Nintendo a torto e a direito. Não é a toa que este é considerado até hoje como o melhor título da franquia.

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Mario Kart: Double Dash!!

E se o Mario Kart de Super Nintendo foi o auge para muitos, o ápice da diversão foi em Double Dash!! O título para GameCube trouxe tudo em dobro como o nome bem sugere: mais pistas, mais carros e mais personagens. Tudo porque o jogador passa a controlar dois bonecos de uma só vez sobre um carro, o que significa que é preciso administrar o dobro de itens especiais. Imagine só você poder jogar o dobro de bananas em uma ponte do alto da montanha para atrapalhar os corredores ao redor? É de acabar com qualquer amizade!

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Resident Evil

O remake do primeiro Resident Evil foi um marco para a franquia: trouxe gráficos belíssimos para a época, uma repaginação na história com novos elementos e personagens, uma expansão e melhor elaboração na mansão e seus enigmas e ainda mais finais para o jogador colecionar. Tudo isso com a jogabilidade clássica só que atualizada para os controles do GameCube. Isso sem contar os modos novos que apresentam ainda mais desafios! É sem dúvida um dos melhores títulos da saga e do console.

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Resident Evil 4

Se o remake de Resident Evil foi um marco, o verdadeiro divisor de águas na franquia foi o quarto jogo numerado. A história mostrava a Umbrella Corporation já destruída e Leon S. Kennedy retornando como um agente do governo americano em missão. Os novos inimigos, ainda mais hostis que os vorazes e lentos zumbis dos jogos anteriores, apresentaram momentos icônicos. Tudo isso sem contar a jogabilidade, outro ponto em que Resident Evil 4 foi uma verdadeira inovação, já que apresentou a câmera por cima do ombro junto de um gameplay voltado mais para a ação do que para o terror; além de ressuscitar e aperfeiçoar os quick time events, casando-os de forma perfeitamente dinâmica e orgânica com a narrativa do jogo.

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Animal Crossing

Mesmo tendo sido lançado no Nintendo 64 originalmente, Animal Crossing recebeu uma segunda chance no GameCube e assim, teve a chance de brilhar devidamente. Aqui, o jogador precisa conviver com diversas criaturas em um vilarejo, exercendo atividades diariamente e, claro, gerenciando a vida do protagonista de acordo com o calendário dentro do jogo - praticamente um jogo de simulação com bichos fofíssimos.

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Eternal Darkness: Sanity’s Requiem

Apesar de não ser um primor em termos gráficos, Eternal Darkness: Sanity's Requiem trouxe inovações de mecânicas, se mostrando muitas vezes a frente de seu tempo. Neste game, o jogador controlava diversos personagens em diferentes épocas da história, lidando com os planos maléficos de entidades cósmicas, ao melhor estilo H.P. Lovecraft. Havia ainda três medidores que faziam toda a diferença na experiência do game: o de energia, de magia e de sanidade. Este último em especial, já que quanto mais vazio estivesse, mais o jogador presenciava sustos e momentos icônicos, quase sempre quebrando a quarta parede; tudo para brincar com a percepção de realidade dos personagens e do jogador.

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Metroid Prime

O primeiro jogo da franquia a abraçar o 3D. Em Metroid Prime os jogadores lidavam com uma exploração em primeira pessoa, além de combates contra chefes e uma trilha sonora de mexer com o coração. A história, ambientação e jogabilidade parecem mais maduras e a experiência como um todo fazem desse jogo um dos melhores da série e do console.

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Metroid Prime 2: Echoes

Na continuação, Samus Aran lida com uma ameaça ainda maior que os piratas espaciais do primeiro jogo e também com sua doppelganger maligna, a Dark Samus. A jogabilidade foi melhorada, a exploração ganhou novas mecânicas e o desafio se tornou ainda maior.

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Pikmin 2

O segundo Pikmin traz de volta a intrigante exploração do planeta sob uma perspectiva microscópica, só que agora com novos tipos de monstrinhos-plantas. As mecânicas de puzzle atribuídas às criaturinhas que dão nome ao jogo fazem qualquer um passar horas jogando, sem nem ao menos perceber as horas passarem.

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Tales of Symphonia

O primeiro e único Tales of para GameCube. Em Symphonya, o jogador lida com um JRPG cheio de personagens carismáticos, cujo desenvolvimento engrandece e entrelaça cada vez mais forte com a narrativa, deixando tudo intrinsecamente conectado. A história vai escalando e apresentando reviravoltas e a trilha sonora merece destaque por conseguir cativar e empolgar nos momentos certos. As batalhas também dão um show a parte, já que você controla toda a party em um ambiente 2.5D onde tudo acontece simultaneamente.

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Fire Emblem: Path of Radiance

Na época em que Path of Radiance atingiu o GameCube, a franquia ainda era pouco conhecida no ocidente. Felizmente, isso começou a mudar com a recepção deste jogo de JRPG tático. O título presenteava o jogador com qualidade em todos os aspectos: jogabilidade acessível, gráficos estilizados em 3D, dublagem e trilha sonora marcante. Isso sem contar a própria narrativa e os personagens e seus devidos arcos.

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Viewtiful Joe

Um grande revival para o gênero beat 'em up, Viewtiful Joe é foi lançado originalmente para GameCube e depois portado para outras plataformas. O game chama a atenção pelos seus gráficos ao estilo mangá - mas com uma suave americanização no visual dos personagens - e também pelas mecânicas simples e divertidas de gameplay em cenários 2.5D.

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Paper Mario: The Thousand-Year Door

O segundo jogo da série Paper Mario e que, portanto, teve a chance de se sair melhor onde seu antecessor não conseguiu. O jogo mantém muitas das mecânicas do primeiro Paper Mario e coloca o jogador para controlar Bowser e Peach em alguns segmentos, além do próprio Mario. A história vai escalando de forma orgânica e divertida e é difícil soltar o controle muitas vezes graças ao visual artístico dos gráficos e a forma envolvente como a história é contada.

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SoulCalibur II

O segundo jogo da série de lutas (ou terceiro se você considerar Soul Edge) trouxe diversas melhorias na jogabilidade, deixando-a ainda mais acessível para novatos e prática para veteranos a aperfeiçoar. Também foi o jogo que estreou os personagens convidados, onde cada versão tinha o seu próprio personagem exclusivo: no Xbox era o Spawn, no PlayStation 2 era o Heihachi (de Tekken) e no GameCube, ninguém menos do que Link.

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Prince of Persia: The Sands of Time

Outro jogo multiplataforma que merece atenção já que foi o revival (e o auge) da franquia Prince of Persia. Em Sands of Time, vimos uma repaginada na história e na jogabilidade, mas toda a essência do original ainda estava lá, só que agora apresentada de uma forma mais moderna. É bastante intuitivo e ainda traz a mecânica das Areias do Tempo que delega ao jogador algumas chances de voltar no tempo e refazer suas ações.

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TimeSplitters: Future Perfect

It's time to split! Apesar de ser multiplataforma, este first-person shooter certamente marcou muitos jogadores na época e certamente merece estar entre os melhores títulos do console. Nele, o jogador passa por diferentes períodos do tempo e é presenteado com inúmeras referências à cultura pop, além de uma dublagem carismática e de uma trilha sonora empolgante. O modo multiplayer "mata-mata" pode ser considerado como um dos pioneiros do battle royale, além de ser imensamente divertido.

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Skies of Arcadia Legends

Outro clássico revivido diretamente do Dreamcast, este JRPG é uma verdadeira pérola esquecida. Aqui, o jogador controla um grupo de piratas dos céus que estão desvendado os mistérios das pedras lunares. A versão para GameCube possui um infeliz downgrade na parte sonora, mas compensa no tamanho já que traz novos personagens, localidades e batalhas.

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Ikaruga

Desenvolvido pela preciosa Treasure, este jogo foi lançado originalmente para Dreamcast, mas felizmente foi levado para videogames subsequentes, dentre eles o GameCube. O grande trunfo deste shmup cooperativo é que a espaçonave que o jogador controla, Ikaruga, possui o sistema de polaridades. Essa mecânica é o que faz com que o jogo se sobressaia em seu próprio gênero, já que para derrotar os inimigos é preciso selecionar a polaridade contrária. Por exemplo: para derrotar os inimigos brancos na tela, é preciso usar a polaridade preta, e vice-versa.

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